É a falta no controle do orgasmo/ejaculação que pode ocorrer mesmo antes da introdução, estimando-se que atinge até cerca de 30% dos homens em grandes centros, devidos provavelmente ao stress de grandes metrópoles. Não existem tempos determinados, mas espera-se que após a introdução o homem possa controlar o momento do orgasmo. Muito discutido a sensibilidade peniana, exames como a eletromiografia procuram avaliar sem revelar dados concretos como da eficiência dos tratamentos que procuram diminuir a sensibilidade através das neurotomias (CRM - Conselho de Medicina tem o parecer que não é um procedimento cientificamente comprovado).
Processos inflamatórios da região prostática e das vesículas seminais, o Verumontanum um estrutura similar ao clitóris na mulher foi muito pesquisado como região muito sensível e pode ser avaliado através de uma endoscopia urológica, um procedimento de rotina em clinicas de urologia.
Medicamentos para diminuir a ansiedade e tensão foram muito utilizados, ainda sendo uma opção para o tratamento além das psicoterapias. Outras causas como processos inflamatórios regionais, falta da freqüência sexual e psicoemocionais são comprovadas e bem orientadas e tratadas atingem ótimos resultados.
O tratamento da ejaculação precoce melhora outros sintomas da impotência sexual, como falta da libido e disfunção erétil.
Ainda nos distúrbios da ejaculação temos a ejaculação retardada, ausência da ejaculação, e a falta do orgasmo.
Infecções do trato genitourinário são a segunda em freqüência, perdendo para as infecções do trato respiratório. Nem todas as infecções são venéreas, DST - doenças sexualmente transmitidas as mais comuns são: neisseria gonorrhoea, linfogranuloma venéreo, sífilis(lues), aids, HPV, herpes entre outras.
Algumas são discutidas como aos condilomas (crista de galo) que podem ser contraídas pelo contato sexual ou transmitidas através do sangue (transfusão ou agulhas contaminadas) e da mãe para o filho durante a gravidez e parto.
Os sintomas são variados, uma secreção uretral intensa (gonorréias), ferida ulcerada na cabeça ou corpo peniano na primeira semana pós-contato (sífilis) e até ausência de sintoma inicial como no caso da aids. Com exceção da aids o tratamento é realizado com antibióticos e, é muito importante a cura completa com exames laboratoriais acompanhando o tratamento porque podem trazer conseqüências futuras como esterilidade, comprometimento de qualquer órgão (cérebro, olhos-cegueira) no caso da sífilis e imunodepressão com infecção generalizada no caso da aids.
A ausência de sintomas não implica normalidade e as infecções não são transmitidas somente pelo ato sexual. Dependendo do caso, a companheira sexual deve ser avaliada.